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 | May 24, '07 9:17 PM by Folha for everyone |

André Trigueiro *
O Brasil é definitivamente o paraíso dos sacos plásticos. Todos os supermercados, farmácias e boa parte do comércio varejista embalam em saquinhos tudo o que passa pela caixa registradora. Não importa o tamanho do produto que se tenha à mão, aguarde a sua vez porque ele será embalado num saquinho plástico. O pior é que isso já foi incorporado na nossa rotina como algo normal, como se o destino de cada produto comprado fosse mesmo um saco plástico. Nossa dependência é tamanha, que quando ele não está disponível, costumamos reagir com reclamações indignadas.
Quem recusa a embalagem de plástico é considerado, no mínimo, exótico.
Outro dia fui comprar lâminas de barbear numa farmácia e me deparei com uma situação curiosa. A caixinha com as lâminas cabia perfeitamente na minha pochete. Meu plano era levar para casa assim mesmo. Mas num gesto automático, a funcionária registrou a compra e enfiou rapidamente a mísera caixinha num saco onde caberiam seguramente outras dez. Pelas razões que explicarei abaixo, recusei gentilmente a embalagem.
A plasticomania vem tomando conta do planeta desde que o inglês Alexander Parkes inventou o primeiro plástico em 1862. O novo material sintético reduziu os custos dos comerciantes e incrementou a sanha consumista da civilização moderna. Mas os estragos causados pelo derrame indiscriminado de plásticos na natureza tornou o consumidor um colaborador passivo de um desastre ambiental de grandes proporções.
Feitos de resina sintética originadas do petróleo, esses sacos não são biodegradáveis e levam séculos para se decompor na natureza. Usando a linguagem dos cientistas, esses saquinhos são feitos de cadeias moleculares inquebráveis, e é impossível definir com precisão quanto tempo levam para desaparecer no meio natural.
No caso específico das sacolas de supermercado, por exemplo, a matéria-prima é o plástico filme, produzido a partir de uma resina chamada polietileno de baixa densidade (PEBD). No Brasil são produzidas 210 mil toneladas anuais de plástico filme, que já representa 9,7% de todo o lixo do país. Abandonados em vazadouros, esses sacos plásticos impedem a passagem da água retardando a decomposição dos materiais biodegradáveis - e dificultam a compactação dos detritos.
Essa realidade que tanto preocupa os ambientalistas no Brasil, já justificou mudanças importantes na legislação - e na cultura - de vários países europeus. Na Alemanha, por exemplo, a plasticomania deu lugar à sacolamania. Quem não anda com sua própria sacola a tiracolo para levar as compras é obrigado a pagar uma taxa extra pelo uso de sacos plásticos. O preço é salgado: o equivalente a sessenta centavos a unidade. A guerra contra os sacos plásticos ganhou força em 1991, quando foi aprovada uma lei que obriga os produtores e distribuidores de embalagens a aceitar de volta e a reciclar seus produtos após o uso. E o que fizeram os empresários?
Repassaram imediatamente os custos para o consumidor. Além de anti-ecológico, ficou bem mais caro usar sacos plásticos na Alemanha. Na Irlanda, desde 1997 paga-se um imposto de nove centavos de libra irlandesa por cada saco plástico. A criação da taxa fez multiplicar o número de irlandeses indo às compras com suas próprias sacolas de pano, de palha,e mochilas. Em toda a Grã-Bretanha, a rede de supermercados CO-OP mobilizou a atenção dos consumidores com uma campanha original e ecológica: todas as lojas da rede terão seus produtos embalados em sacos plásticos 100% biodegradáveis.
Até dezembro deste ano, pelo menos 2/3 de todos os saquinhos usados na rede serão feitos de um material que, segundo testes em laboratório, se decompõe dezoito meses depois de descartados. Com um detalhe interessante: se por acaso não houver contato com a água, o plástico se dissolve assim mesmo, porque serve de alimento para microorganismos encontrados na natureza. Não há desculpas para nós brasileiros não estarmos igualmente preocupados.
Mau exemplo: lixão em SP recebe 250 toneladas por dia com a multiplicação indiscriminada de sacos plásticos na natureza. O país que sediou a Rio-92 (Conferência Mundial da ONU sobre Desenvolvimento e Meio Ambiente) e que tem uma das legislações ambientais mais avançadas do planeta, ainda não acordou para o problema do descarte de embalagens em geral, e dos sacos plásticos em particular.
É preciso declarar guerra contra a plasticomania e se rebelar contra a ausência de uma legislação específica para a gestão dos resíduos sólidos. Há muitos interesses em jogo. Qual é o seu?
* O jornalista André Trigueiro é redator e apresentador do Jornal das Dez, da Globonews, desde 1996. Na Rádio Viva Rio AM ( 1180 kwz ), Trigueiro apresenta o programa Conexão Verde, de segunda a sexta. Nele, aborda temas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. O jornalista é pós-graduado em Meio Ambiente pela MEB COPPE/UFRJ (2001).
Saiba mais - http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u403000.shtml http://fatosepensamentos.com/sacos-plasticos-x-poluicao-pensamento-rapido.html
Veja também o powerpoint em anexo.
Attachment: The plastic bag.ppt
Notícia publicada no Site do Conselho Federal de Teólogos do Brasil. Qual é a idéia mais perigosa na religião? A religião é uma das forças mais potentes em questões humanas. Inspirou alguns dos momentos mais sublimes da história, mas também alguns de seus mais bárbaros. A Inquisição, explosões de clínicas de aborto, ataques suicidas no Iraque - tudo isso tem raízes em alguma forma de ideologia religiosa. Com isso em mente, fizemos a mesma pergunta a cinco pensadores religiosos de diferentes crenças: qual é a idéia mais perigosa na religião hoje? Seus comentários foram editados por questões de brevidade e clareza. Violência em nome de Deus - Richard Land "Concordo com o papa João Paulo II, que disse que há um santuário sagrado da alma para cada homem e mulher. Nenhum outro ser humano tem o direito de interferir coercivamente com esse santuário sagrado da alma. A idéia mais perigosa na religião é a idéia que a força coerciva, violenta, é permissível em nome de Deus - qualquer Deus." "Você vê isso no islamismo radical. Observe que eu disse radical, não islamismo apenas. A maior parte das pessoas morrerá se essa idéia se espalhar. Ajudará a envenenar o poço do debate e discussão sobre questões que as pessoas discordam. É corrosiva ao discurso público dizer que, se você discordar de mim, vou matar você. Faz erodir a liberdade de expressão, a assembléia e a adoração." Richard Land é presidente da Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul. Ele foi selecionado pela revista Times em 2005 como um dos 25 evangélicos mais influentes nos EUA Siga as regras ou... - Wayne Dyer "Carl Jung (autor e psicanalista) tinha uma frase. A paráfrase é: o principal problema da religião organizada é que o propósito da religião organizada é impedir as pessoas de terem a experiência direta de Deus. A religião é organizada em torno do princípio que a religião dará a experiência direta de Deus a você, desde que você se torne membro, siga as regras e contribua financeiramente." "A coisa mais importante que um ser humano pode reconhecer é que já está conectado a Deus, e essa conexão não é algo que se pode entregar a outra pessoa ou organização. Uma das verdades do mundo físico é que você é como aquilo do que você veio. Se você se pergunta como é uma torta de maçã, é como a maçã de onde veio". Wayne Dyer é um dos palestrantes de auto-ajuda mais populares do país. Ele é autor de 29 livros e apareceu freqüentemente em especiais da PBS Minha religião está certa - Rabino Harold Kushner "Há uma noção que diz que, para eu estar certo, todo mundo que discorda de mim está errado. Ela torna a cooperação entre religiões mais difícil. Se eu acredito nisso, tenho que acreditar que a religião dos outros não presta, é inválida." "Você tem que entender que a religião não é sobre receber informações sobre Deus. Religião é sobre comunidade. O propósito primário não é nos levar ao céu, mas nos colocar em contato com as outras pessoas. Posso ter feroz lealdade a minha família sem denegrir a família dos outros. Posso ter feroz lealdade a minha religião sem denegrir a religião dos outros. Da mesma forma, meu vizinho pode dizer que sua esposa é a mulher mais maravilhosa do mundo. Posso tomar isso como declaração de amor, não como fato." O rabino Harold Kushner é um dos pensadores judeus mais famosos do país. Ele é conhecido por seu livro campeão de vendas "Quando Coisas Ruins Acontecem às Pessoas Boas" Converter outros para sua religião - Dr. Abdullahi Ahmed Na-Na'im "Não acreditaria em uma religião, se não acreditasse que é melhor que as outras. A noção de superioridade e exclusividade é inerente à crença religiosa. Pode ser perigosa ou não." "A idéia de trabalho missionário é muito carregada e perigosa, porque freqüentemente envolve simplesmente apresentar crenças para alguém aceitar ou rejeitar. Sempre está baseada em poder. Os que têm a capacidade de proselitismo são mais poderosos. Têm os recursos para estabelecer escolas, hospitais. O trabalho missionário não é neutro. Tem base no poder. Você não encontra muçulmanos saindo para fazer proselitismo nos EUA. Mas você encontra americanos indo para todo tipo de país muçulmano." Dr. Abdullahi Ahmed Na-Na'im é acadêmico internacionalmente reconhecido do islã e de direitos humanos. Ele é professor da Universidade de Emory Uma visão tribal de Deus - Deepak Chopra "A idéia mais perigosa é: meu Deus é o único Deus verdadeiro e minha religião é a única verdadeira. Leva a brigas, divisões, terrorismo, preconceito, racismo e banhos de sangue." "As noções religiosas são programadas em nossa consciência em uma idade muito tenra. Achamos que são verdade. É muito difícil deixar essa condição, mesmo diante do raciocínio intelectual, por causa do aprisionamento emocional a nossa condição. Lutamos com emoções quando nossas crenças são ameaçadas." "Estamos em um ponto crítico em nossa evolução. Estamos começando a tomar consciência. Sabemos muito sobre a natureza. Temos uma boa idéia sobre o início do universo. Compreendemos em alguma extensão as leis da física, química e biologia. Ainda assim, para a vasta maioria das pessoas, apesar de termos telefones celulares e podermos fabricar bombas atômicas, nossa evolução psicológica e espiritual está em um nível muito tribal." Deepak Chopra é diretor e co-fundador do Centro Chopra de Bem Estar em Carlsbad, Califórnia. Ele é autor e palestrante famoso por integrar a medicina Ocidental com tradições de cura natural do Oriente FONTE: COX NEWSPAPERS Veja mais notícias no site do CFT : www.cft.org.br
"Seja o que for que faço, faço porque é justo diante do meu entendimento e não porque há alguém que possa premiar-me ou castigar-me na proporção de minhas ações.
O esforço para confrontar os atos de minha vida ao meu pensamento, chamo virtude. A única recompensa da virtude é a própria virtude. Se penso numa recompensa não sou virtuoso, pois a principal característica da virtude é o desapego.
Creio firmemente que a virtude desapegada cria a felicidade.
Aquele que tenta ser bom porque quer ganhar o céu, não é bom, é como um objeto que se vende. Aquele que evita ser mau porque não quer ser condenado ao inferno, não deixa de ser mau, é um covarde que se comporta porque teme.
É típico do fraco colocar a responsabilidade de sua própria felicidade sobre os ombros de alguma coisa externa a si mesmo.
Os ombros favoritos são os de Deus."
Marco Natali
Era uma vez um fabricante de velas, excelente artesão, que fabricava velas de diferentes tamanhos e cores. O problema é que, na região em que vivia, pouca gente se interessava por velas e ele e sua família estavam a passar fome, vivendo na mais absoluta miséria. Em uma das vezes em que ele foi à feira vender suas velas, conheceu um mercador que comerciava diamantes. Conversando com ele, veio a saber que trouxera os diamantes de uma ilha distante onde eles existiam em tal abundância que eram encontrados como seixos nas areias das praias. O fabricante de velas, interessou-se e procurou saber mais a respeito. O velho mercador lhe disse que em um porto ali próximo havia um navio que iria partir para aquela ilha longínqua e que, se ele quisesse embarcar teria que se apressar pois o navio só retornaria por ali, dentro de 7 anos. Entusiasmado diante da possibilidade de sair da miséria, o fabricante de velas, correu para casa, preparou uma trouxinha de roupas e foi até o porto, onde conseguiu embarcar no navio, no instante mesmo em que ele partia. Depois de muitos dias e noites, chegaram à tal da ilha distante e logo ao pisar na praia nosso herói se surpreendeu ao ver que quase todos os grãos que compunham a areia da praia eram diamantes. Ansioso e enlouquecido de cobiça, começou a encher os bolsos e as dobras das vestes com quantos diamantes conseguia carregar. Ao vê-lo em seu afã, o povo da ilha começou a rir. - Por que riem de mim? Perguntou o veleiro. - Por que você está juntando esse lixo? Perguntaram os habitantes da ilha. - Como, lixo? Disse o veleiro. - São diamantes, têm grande valor! - Só têm valor fora da ilha, aqui para nós não têm valor algum, você os encontra em qualquer lugar da ilha. - E o que tem valor para vocês? - O que você sabe fazer? - Sei fabricar velas. - Então comece a fabrica-las, pois o navio partiu e só vai voltar daqui a sete anos, e você tem que ganhar o que comer.
Espantado com as novas circunstâncias, o veleiro procurou se adaptar e em poucos dias estava fabricando suas velas e vendendo ao povo da ilha. Ele era o único veleiro da ilha e suas velas tiveram muita procura. Com o tempo progrediu muito, passou a produzir em grande quantidade e a vender muito bem, tornando-se muito próspero. Ao fim de sete anos, ele era o homem mais rico e prestigiado de toda a ilha. Com a chegada do navio, juntou suas coisas e embarcou, retornando para sua família. Quando lá chegou e a família o viu gordo, bem vestido, vistoso e próspero, correu a abrir os baús que estavam com ele, para ver o que tinha trazido. Quando abriram os baús, ficaram consternados, estavam cheios de velas! - Onde estão as riquezas que você foi buscar? Você ficou fora esses anos todos e quando volta trás apenas um punhado de velas! O veleiro sorriu diante da falta de percepção de sua família. Tentou explicar para eles que foram as velas que o tornaram um homem de prestígio lá na ilha, que tudo que conseguiu conquistar foi através delas. Mas logo percebeu que havia esquecido seu objetivo ao ir para a ilha e que agora possuía tanto quanto tinha antes de partir. Ele aprendeu que acreditar no que sabe fazer é sua maior riqueza.
Esta história foi contada por Martin Buber.
Fonte: http://www.portaldaserenidade.com.br/
Após ganhar vários torneios de Arco e Flecha, o jovem e arrogante campeão resolveu desafiar um mestre Zen que era renomado pela sua capacidade como arqueiro. O jovem demonstrou grande proficiência técnica quando ele acertou em um distante alvo na mosca na primeira flecha lançada, e ainda foi capaz de dividi-la em dois com seu segundo tiro.
"Sim!", ele exclamou para o velho arqueiro,
"Veja se pode fazer isso!"
Imperturbável, o mestre não preparou seu arco, mas em vez disso fez sinal para o jovem arqueiro segui-lo para a montanha acima.
Curioso sobre o que o velho estava tramando,
o campeão seguiu-o para o alto até que eles alcançaram um profundo abismo atravessado
por uma frágil e pouco firme tábua de madeira. Calmamente caminhando sobre a insegura e certamente
perigosa ponte, o velho mestre tomou uma larga árvore longínqua como alvo, esticou seu arco, e acertou um claro e direto tiro.
"Agora é sua vez," ele disse enquanto ele suavemente voltava para solo seguro.
Olhando com terror para dentro do abismo negro e aparentemente sem fim, o jovem não pôde forçar a si mesmo caminhar pela prancha, muito menos acertar um alvo de lá.
"Você tem muita perícia com seu arco,"
o mestre disse, percebendo a dificuldade de seu desafiante,
"mas você tem pouco equilíbrio com a mente que deve nos deixar relaxados para mirar o alvo."
Zen Buddhista
Reverendo Ricardo Mário Gonçalves (Shaku Riman)
Associação Religiosa Nambei Honganji Brasil Betsuin (São Paulo)
Era uma vez um jovem casal que vivia em perfeita harmonia. Um dia, o marido disse à esposa:
- Por favor, querida, vá à adega, abra o tonel e me traga um copo de vinho.
A mulher desceu à adega e, retirando a tampa do tonel, viu que, do seu interior, uma bela jovem a fitava. Não percebendo que era sua própria imagem refletida na água, seu coração foi tomado pela cólera e pelo ciúme. Correu para onde estava o marido e passou a recriminá-lo aos berros:
- Seu grande safado! Você escondeu uma garota no tonel para se encontrar às escondidas com ela!
Espantado, sem saber do que estava sendo acusado, o marido correu para a adega. Tirando a tampa do tonel, viu o rosto de um rapaz bonito que o encarava. Cego pela raiva, pelo ciúme e pelo amor próprio ferido, correu para a mulher e partiu para cima dela, aos gritos:
- Você é que é uma grande desavergonhada! Arranjou um amante e o escondeu no tonel!
Os dois, até então tão unidos, começaram a brigar como cão e gato, provocando um grande escândalo que atraiu a curiosidade da vizinhança. Um brâmane, que morava ali perto e era uma espécie de conselheiro espiritual do casal, aproximou-se e perguntou a razão daquela briga. Marido e mulher deram suas versões. Oferecendo-se para reconciliar o casal, o brâmane resolveu começar por examinar o tonel que causara tanta confusão. Ao levantar a tampa, viu a figura austera de um sacerdote brâmane que o contemplava. Julgando-se vítima de um ardil do casal para ridicularizá-lo, correu para os briguentos e pôs-se a censurá-los:
- Seus engraçadinhos! Vocês arranjaram um outro mestre espiritual e montaram essa palhaçada para me expor ao ridículo na frente de todo mundo!
A gritaria continuou até que um monge budista que passava por ali resolveu interferir. Ao se inteirar do que se passava, disse:
- Calma, meus amigos! Vou resolver isso tirando essas pessoas do tonel diante dos olhos de vocês!
O monge desceu à adega, acompanhado pelo casal e pelo brâmane e, tomando um machado, despedaçou o tonel, de cujo interior não saiu nenhuma garota, nenhum rapaz e nenhum brâmane. Saiu apenas uma grande quantidade de vinho que se espalhou pela adega, molhando tudo.
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Neste ano de 2OO6, o Encontro da Nova Consciência nos convida a refletir sobre CULTURA DE PAZ E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. Deixando o desenvolvimento sustentável para entendidos em economia, apresento aqui uma historieta budista sobre a origem egoística e ilusória de muitos dos conflitos que nos opõem uns aos outros. Acredito que uma das primeiras coisas a fazer para construirmos os alicerces de uma cultura de paz é aprender a neutralizar nossos conflitos através da compreensão de sua verdadeira natureza. Esta historieta, de uma maneira amena e bem humorada, nos convida a fazermos esse trabalho.
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